Pretende-se que esta casa venha a ser a morada temporária de homens sinalizados como sem-abrigo iniciando, assim, o seu processo de reinserção.
Os futuros residentes poderão usufruir desta habitação pelo período de um ano e terão, paralelamente, um plano de inserção individual e acompanhamento diário por técnicos especializados.
Segundo Carla Lima, responsável pela área social da Delegação da Trofa, quando as necessidades do concelho estiverem colmatadas, o campo de actuação geográfica será alargado.


